#SnaqReview: Magalu

Confira vendas totais, receita, lucro e outros indicadores da gigante do varejo brasileiro!


Conheça a história do Magalu


Na década de 1950, Luiza e Pelegrino Donato tinham um sonho: constituir um comércio que gerasse emprego para toda a família em Franca, interior de São Paulo. Assim nasceu a rede de varejo Magazine Luiza, com foco em bens duráveis para a classe média brasileira.


A companhia se transformou em uma empresa de tecnologia, que fornece uma ampla gama de produtos e serviços. Hoje, está presente em milhares de municípios brasileiros e conta com um grande ecossistema digital, o Magalu.


Magalu entra de vez no mundo digital


Frederico Trajano, CEO do Magalu, disse que o futuro do varejo é online, não físico. Também destacou os avanços em termos de diversificação de produtos e marketplace, que já superou a venda das lojas físicas e tem sido o motor de crescimento acelerado do e-commerce.


🔵 Tudo em um lugar só. Diferente dos concorrentes, o e-commerce do Magazine Luiza conta com uma única marca, que auxilia na racionalização de custos como marketing, logística e sistemas. Para Trajano, o varejo é um terreno fértil para a expansão lateral, com ofertas de outros serviços complementares — por exemplo, apps de delivery e bancos digitais.


🔵 Foco e estratégia. Para concretizar a expansão e a consolidação de seu ecossistema digital, a varejista focou em três mercados retail, pagamentos e advertising — e realizou diversas aquisições de empresas nos últimos anos.



🔵 Fintech Magalu vem com tudo! A nova marca começou a operar após integração da Hub Fintech, adquirida em 2020. Só no último trimestre, registrou um volume de transações (TPV) em torno de R$ 20 bilhões, com destaque para a evolução do cartão de crédito.


🔵 Milhões de usuários nos aplicativos. O Magalu está no smartphone de grande parte dos brasileiros. São cerca de 38 milhões de usuários ativos mensais no app da varejista.


🔵 Lu, do Magalu, é pop! A varejista conta com uma grande influencer digital (literalmente!). Lu, assistente virtual do Magazine Luiza, dá calor humano aos canais onlines da companhia e já conta com 32 milhões de fãs nas redes sociais.



De "queridinha dos investidores" à queda de 90% das ações


O termo "qual será a próxima Magalu” viralizou no mercado financeiro, ao se referir aos ativos que prometem um crescimento expressivo, como aconteceu com as ações do Magazine Luiza. No segundo semestre de 2021, as ações atingiram o pico.


Porém, a varejista viu seus papéis sofrerem forte valorização nos últimos meses. Entre os principais motivos, estão:


🔵 Cenário macroeconômico desafiador. Empresas ligadas ao varejo, como é o caso do Magalu, costumam ser as mais penalizadas em meio à alta dos juros e inflação — em outras palavras, crédito mais caro e corrosão do poder de compra dos consumidores.


🔵 Mais um trimestre no prejuízo. O Magazine Luiza reportou prejuízo de R$ 135 milhões no 2T22, impulsionado pelo atual momento do mercado.


🔵 Aumento da concorrência no setor. A entrada de novos players colocou em xeque sua posição de liderança no e-commerce brasileiro.


Referências

RI Magalu

Google Finance